Treinadores: por que sempre os mesmos são escolhidos?

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O Internacional anunciou o retorno de Abel Braga. Mano Menezes voltará a dar as cartas no Corinthians. Oswaldo de Oliveira é o novo comandante do Santos enquanto que Botafogo e Fluminense ainda definem seus treinadores para 2014. Mas algo já está exposto: a falta de criatividade dos nossos dirigentes.

Somos unânimes em condenar a falta de qualidade do campeonato brasileiro e a incapacidade dos técnicos saírem da mesmice. Uma das esperanças seria a colocação no mercado de treinadores novos e com novas ideias, capazes de fomentar um novo ambiente, caso tenham boa estrutura na mão.

Evidente constituir-se em loucura criticar a escolha santista, especialmente pelo bom trabalho de novo treinador no Botafogo. Mas só existia ele como opção? E treinadores como Gilmar Dal Pozzo, da Chapecoense ou Sidney Moraes, do Icasa, não mereceriam uma atenção maior? E técnicos argentinos e uruguaios? Não teriam nada a acrescentar?

A verdade é que o dirigente brasileiro comporta-se como uma criança que tem um álbum de figurinhas na mão e vibra de alegria quando compra mais um pacote com ilustrações repetidas. Um dia muda.

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