Torcedor: a chama da esperança para Guarani e América-RJ

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No dia 25 de fevereiro de 1987, Guarani e São Paulo fizeram a decisão do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Alviverde passou pelo Atlético Mineiro, o tricolor paulista de Careca suou para desclassificar o América e depois de dois empates por 1 a 1 e 3 a 3, faturou o titulo nos pênaltis. Desde esse período, os dois times de médio porte envolvidos nas semifinais sofreram altos e baixos. Hoje, convivem com crises administrativas profundas, mas não perdem a esperança.

Na edição desde final de semana do Jornal O Dia, no Rio de Janeiro, existe a descrição da crise vivida pelo América, pelo quarto ano consecutivo na segunda divisão do Rio de Janeiro e envolvido em uma divida de R$ 60 milhões. A solução? Colocar a disposição sua sede na Campos Sales para que a iniciativa privada faça empreendimentos e que o clube fature em cima dos dividendos pagos pela empreiteira.

De certa forma, é o mesmo plano desenvolvido pelo Guarani. Com divida maior, de aproximadamente R$ 225 milhões, a atual presidência sonha com a venda do Estádio Brinco de Ouro e do seu complexo para zerar o passivo e viabilizar um novo estádio, Centro de Treinamento e Clube social.

Independente dos planos, o que chama a atenção é o ativismo da torcida dos dois clubes. Existe oposição forte aos planos nos dois locais. Protestos são desencadeados e o clima político é efervescente tanto no América como também no Guarani.

De um jeito atrapalhado ou apaixonado, esta multidão realiza protestos, cobra, encaminha proposta e de certa forma empurra a equipe, não deixa desaparecer ou se ausentar de campeonatos. Tal comportamento nos leva a um conceito simples: enquanto Guarani e América tiverem torcedores nunca serão extintos. E a chama da renovação fica cada vez mais próxima de virar realidade.

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