Sport (PE) e Atlético (PE): protagonistas de uma disputa interessante. E que poucos se importam…

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Todos estão de olho no confronto de amanhã entre Cruzeiro e Goiás. Uma vitória dará o bicampeonato ao time mineiro comandado por Marcelo Oliveira e que ainda pode faturar a Copa do Brasil, caso consiga inverter a vantagem articulado pelo rival Atlético Mineiro no jogo de ida. Mas além da disputa do título, vaga para a Libertadores e luta contra o rebaixamento, a atual edição dos pontos corridos nutre uma outra disputa, que é a disputa do melhor time fora do clube dos gigantes.

Sim, são as equipes sem os milhões da televisão, sem a cobertura nacional encaminhada para Corinthians e Flamengo e que lutam contra esquadrões de jogadores de Seleção Brasileirão. Ser o melhor fora do seleto grupo dos gigantes é algo para ser comemorado. No ano passado, não houve dúvida: com 64 pontos em 38 rodadas, o Atlético-PR sob o comando de Vagner Mancini ficou na terceira posição e o “vice-campeão” foi o Vitória (BA), com 59 pontos, suficientes para ficar na quinta colocação, pois ganhou nos critérios de desempate do Goiás.

Nesse ano, a disputa está mais inglória e o primeiro “intruso” na classificação é novamente o Atlético-PR com 47 pontos,  na nona posição e que supera o Sport, atual 11º colocado no saldo de gols. O Flamengo, décimo colocado, faz o papel de mediador das duas equipes.

Longe de serem esquadrões, os dois times possuem alguns pontos em comum: contam com dois técnicos jovens (Claudinei Oliveira no Furacão e Eduardo Baptista no Sport), contam com torcidas fanáticas e equipes aplicadas sob o ponto de vista tático. Independente de quem chegar na frente, algo dá para afirmar: são vencedores nesta selva de predadores chamada Campeonato Brasileiro.  (FOTO DA CAPA: RODRIGO VILLALBA)

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