Sindicato (ou Associação) de treinadores de futebol à vista?

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Uma nota escondida na coluna “Painel FC” da Folha de São Paulo concede o sinal para uma nova revolução no futebol brasileiro. Nomes renomados como os de Carlos Alberto Parreira, Vagner Mancini e Oswaldo de Oliveira estiveram recentemente reunidos com a meta de articular a criação de um sindicato de treinadores. Tudo com a meta de defender os interesses da categorias.

É uma boa noticia. Já passou da hora do cargo do treinador de futebol receber alguns direitos e também deveres. No Brasil, pagar salários polpudos parece que dá direito ao dirigente de pressionar e cometer atos insanos. Exemplo prático: quando dirigia a Portuguesa, o técnico Renê Simões pediu demissão após constatar que um diretor entrou no vestiário de arma em punho para cobrar os jogadores.

Não existe tempo concedido ao treinador em busca de um resultado solidificado. Parece utopia, mas não custa sonhar com os treinadores estipularem com os clubes um Acordo Coletivo de Trabalho em que os cartolas, por exemplo, só poderiam demitir o treinador após o final de competição. Ou ainda a fixação de um piso salarial e exigências mínimas para ocupar a função. Seria ótima noticia.

Isso ganharia maior respaldo e relevância se os treinadores adotassem apenas uma medida: adotassem a união como norma de conduta e que alguns deixassem de atuar como verdadeiros “urubus” a espera da queda do companheiro. Ética e honradez é bom e todo mundo gosta.

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