São Paulo, Palmeiras e Corinthians: muita pose e pouco futebol!

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Andrez Sanchez, Arnaldo Tirone e Juvenal Juvêncio ocuparam os primeiros meses do ano com valores de cotas de televisão, estádios para a Copa do Mundo e troca de farpas sem sentido. Ao esquecerem de administrar o dia a dia do futebol, transmitiam a sensação de que as fortunas arrecadadas e as camisas lotadas de patrocinadores seriam suficientes na montagem de equipes competitivas.

Estamos ainda no quinto mês do ano e a teoria foi por água abaixo. O Corinthians parou diante de um limitado Tolima. Não empolga no Campeonato Paulista e mesmo se sagrar-se campeão será muito mais pelo cansaço santista do que pela eficiência de seu elenco.

Do Palmeiras, nem é preciso falar. Uma equipe limitada, sem recursos e que só assustou no Paulistão e na Copa do Brasil graças ao trabalho insano de Luis Felipe Scolari. Talvez a goleada sofrida diante do Coritiba tenha aberto os olhos ao obvio: o elenco é comum e não empolga. Tende a ficar na zona intermediária do Brasileirão.

O São Paulo completou o enredo trágico. Perdeu do Avai por 3 a 1 e abrigou jogadores confusos, dispersos e sem inspiração. Enquanto, o banco de reservas abrigava um Rivaldo sedento por futebol. Paulo César Carpegiani preferiu fechar os olhos. Resumo da ópera: o trio de ferro exibe muita pose e dinheiro e pouco futebol. Que dureza!

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