Racismo contra o goleiro Aranha: o que falta para que os jogadores saiam do campo?

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Muita coisa já foi dita sobre o ato abominável de racismo contra o goleiro Aranha na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS). O goleiro não se intimidou e respondeu. Apontou os culpados, fez um discurso convincente contra o preconceito e jogou o problema no colo dos dirigentes santistas e gremistas. Por outro lado, a ESPN Brasil prestou um grande serviço ao esporte brasileiro quando identificou uma das agressoras.

O roteiro só não é completo e eficiente devido a postura irregular dos jogadores. Alguns, como Robinho e Arouca, reclamaram e protestaram. Outros como o volante e meia Zé Roberto e até o técnico José Roberto adotaram uma postura política e diplomática que não colabora na resolução do problema.

É preciso ir além. Não dá para ficar em cima do muro. Os jogadores brasileiros dariam uma grande contribuição ao esporte brasileiro se a cada ato de racismo, seja qual fosse o lugar, que todos os 22 jogadores se retirassem do gramado e se dirigissem ao vestiário e se recusassem a voltar enquanto os responsáveis não fossem identificados. Por que na quinta-feira foi o goleiro Aranha. Amanhã será outro, seja na arquibancada ou no gramado. É hora de agir. Por que já é tarde demais.

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