Ponte Preta perto de Vinícius Eutrópio e o recado: um passo de cada vez!

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Nos próximos dias, a Ponte Preta deverá oficializar a chegada de Vinicius Eutrópio como novo treinador para 2016. Profissional dentro do orçamento do clube, tem uma boa folha de serviços prestadas no futebol brasileiro, como a conquista do acesso com o Figueirense e o título catarinense. Mas também tem fracassos, como na Chapecoense em que ficou seis jogos sem vencer. Mesmo assim, não podemos dizer que foi um fracasso sua estadia porque teve aproveitamento de 51%.

No Figueirense, sua passagem foi tão marcante que Guto Ferreira, seu sucessor, teve dificuldades para embalar um bom trabalho. Faz bom relacionamento com jogadores e é um estudioso. Sabe montar bons times. Tem boas chances de dar certo desde que vença seu obstáculo: a torcida.

Ao tomar conhecimento de que a Macaca teria um acréscimo na cota de televisão, as arquibancadas a pedir por uma grife no banco de reservas, como Eduardo Baptista ou Oswaldo de Oliveira. O primeiro com salário de R$ 150 mil mensais até poderia ser factível se estivesse livre. Já o segundo nome nos leva a fazer uma conta. Seu salário é de R$ 400 mil mensais. Digamos que a Ponte Preta tenha uma folha de pagamento em 2016 de R$ 2 milhões. Seria justo gastar um quinto do valor apenas com um profissional, sem levar em conta a comissão técnica e os jogadores? Não seria.

Talvez a torcida deveria entender que o segredo da campanha de sucesso não é apenas contar com muito dinheiro e sim como gastar os recursos e o modo eficiente. Vinicius Eutrópio é o sinal de que a Ponte Preta optou pelo crescimento em médio e longo prazo, sem fazer loucuras que coloquem em risco a saúde financeira.

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