Ponte Preta e os ensinamentos sobre a fórmula de pontos corridos

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A Ponte Preta entrará em campo amanhã diante do Avaí, às 21h, no Estádio da Ressacada, com um missão, que é a de exterminar do torcedor a impressão de que alguns jogadores estão em ritmo retrancado, especialmente após assegurar a permanência na primeira divisão. Este blogueiro e jornalista tem a convicção de que os jogadores se dedicam de corpo e alma no gramado. Mas algumas perguntas precisam ser respondidas.

O contexto pede respostas por parte de alguns jogadores. Fernando Bob estaria com contrato assinado com o Internacional. Independente da postura da torcida, o volante tem a obrigação de continuar a exibir o futebol clássico e eficiente das rodadas iniciais com a camisa da Macaca.

Rodinei é outro jogador que precisa dar uma resposta. Contra o Flamengo, a sua atuação não comprometeu, mas muito longe daquilo que se espera dele, que se firmou como um lateral moderno, forte e destemido. Coincidência ou não, sua queda de produção surgiu a partir do interesse do Grêmio. Contra o Sport, na rodada derradeira, a meta de Biro Biro é deixar uma boa impressão pois certamente não continuará no Majestoso.

Todas estas conjecturas são pensadas por um motivo: o mundo do futebol no Brasil não aprendeu a disputar a fórmula de pontos corridos. Nos países solidificados, qualquer time ou profissional mantém idêntico ritmo do começo ao fim. Aqui, tudo gira em torno de objetivos. Se não disputar o título, por vaga na Libertadores e luta contra o rebaixamento, parece que nada tem valor. Deveríamos entender que futebol é uma celebração. O torcedor ama seu time e o jogador precisa de esmero na profissão.

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