Ponte Preta e Guarani no fio da navalha

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Futebol é cruel. Você pode fazer tudo certo, montar o time e planejar de maneira correta e ainda assim ser confrontado com o fracasso. Triste, mas esta sensação paira sobre as torcidas de Ponte Preta e Guarani com a retomada das principais divisões do futebol brasileiro neste final de semana.

A torcida da Ponte Preta não aceitava mais o trabalho de Guto Ferreira. A diretoria cedeu, trouxe Paulo César Carpegiani e montou uma pré-temporada com um cronograma de jogos-treinos. Tudo aquilo que qualquer treinador deseja. Infelizmente isto foi insuficiente para a tensão diminuir. Cleber e Cicinho fazem parte do passado, a reposição ainda não surgiu de modo adequado e os reforços contratados até agora não deram retorno. Pior: existe a necessidade de ganhar do Náutico, na Arena Pernambuco para fugir da lanterna. Empate não resolve, apenas adia a solução do drama. Vai dar certo? não dá para saber. É tiro no escuro.

No Guarani, a boa campanha não tira a ansiedade. Treinos, amistosos e a mão de ferro do treinador Tarcisio Pugliese não tirou a áurea de desconfiança sobre o potencial da equipe. A defesa está consertada e a azeitada. O que dizer então do setor que fez apenas um gol na competição, de pênalti e marcado por um volante? Nena? Infelizmente, por enquanto é um leão nos treinamentos e amistosos, mas não brilhou na hora “H”.

As análises de Ponte Preta e Guarani levam a conclusão inevitável: não há como pedir cabeças caso a Macaca permaneça na zona da degola ou se o Guarani retirar-se da zona de classificação do grupo. Há tempo de reação e ajustes. Mas com esse clima apreensivo, a torcida saberá esperar? Aguardemos.

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