Ponte Preta: a fase é de trabalho e serenidade. Paralisia? Jamais!

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A torcida da Ponte Preta está perplexa. A derrota para a Portuguesa por 3 a 2 desmontou provisoriamente o conto com final feliz que estava sendo armado na temporada. Não há tempo para respirar. Na quinta-feira, o desafio será contra o Palmeiras na Arena Palestra Itália. O clima de pessimismo toma conta do ambiente.

Um alerta deve ser colocado. Perplexidade não pode ser sinal de paralisia. Os pontos positivos viabilizados durante o planejamento não podem ser esquecidos. Boa parte da base foi mantida, jogadores como Fernando Bob, Adrianinho, Tiago Alves, Roni, Marcelo Lomba e João Paulo ainda não entraram em campo e o rendimento físico não é o ideal neste início de temporada.

Isso quer dizer que Guto Ferreira e o gerente de futebol Gustavo Bueno devem ser poupados? Nada disso. Seria salutar uma explicação do que eles aguardam em relação a jogadores como Raphael Silva, Renato Chaves, Rodrigo Biro e qual será o destino do goleiro João Carlos, que não será utilizado no Paulistão após a escalação de Reynaldo.

Se eles apresentarem potencial técnico para melhorarem nas próximas rodadas, ótimo. Caso contrário, o torcedor da Macaca não terá outra saída a não ser rezar para que o time titular fique em campo boa parte do tempo.

Repito: a fase é de ação, trabalho e foco. Nada de vender o apocalipse e sim de separar o joio do trigo para a Macaca colher o que espera.

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