Pintou o problema? Muda o técnico que a torcida renova a esperança

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O tempo passa, voa e os dirigentes não perdem o costume de apostar na troca de técnicos para sair do atoleiro e viver dias diferentes. Pior: pelo retrospecto recente, de um jeito ou de outro, não há garantia de que as mudanças surtirão o efeito desejado.E tal conceito vale para todas as divisões.

Na Série C, a derrota do Juventude para o Londrina por 3 a 1 custou o emprego do técnico Picoli, participante da conquista da Copa do Brasil de 1999. Detalhe: o próprio Claudio Tencatti esteve ameaçado no Londrina após empatar com o Guarani. O substituto será Antonio Carlos Zago, cujo último time que treinou foi o Audax, em 2012. Vai dar certo? O tempo dirá.

No Vasco, Jorginho assumiu e ficou ofuscado pela cobrança do presidente Eurico Miranda aos jogadores. “Nós estamos fazendo uma virada, que tem que ser feita. E nós vamos embora! Vamos embora! Agora é uma nova vida. Uma nova situação. Todos têm, da mesma forma que eu, vocês têm que acreditar que nós vamos virar essa situação. Agora, só vamos virar esta situação desde que todos acreditem e trabalhem muito”, disse o dirigente vascaíno. Pergunta: como fugir da degola com uma direção tão antiquada e atrasada.

Para terminar, o Figueirense tenta se refazer da saída de Argel Fucks com a contratação de Renê Simões, demitido recentemente do Botafogo após perder para o próprio time catarinense. Ele assume um time com 20 pontos e nas últimas quatro rodadas ganhou de Ponte Preta, empatou com a Chapecoense, mas perdeu de São Paulo e Fluminense. Renê Simões conseguiu afastar-se da zona do rebaixamento? Se não der, tudo bem. É só trocar de técnico e a esperança é renovada. Até quando, ninguém sabe. 

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