Palmeiras quer virar a casa da mãe Joana

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O excelente comentarista Fabio Sormani, da Rádio Jovem Pan de São Paulo considerou como uma temeridade o fato de Ronaldinho Gaúcho analisar a proposta do Palmeiras, especialmente pelo clube viver uma situação exótica: faz tudo certo e no final o erro aparece. Dessa vez, o clube de Palestra Itália com uma recompensa de R$ 2 milhões ao Milan para convencer o atleta a encarar as exigências e tormentas da capital paulista. Um desproposito, especialmente se levarmos em conta que pontualidade no pagamento não tem sido corriqueiro ao elenco. Disciplina também está em falta na prateleira, o que motivou até entrevista irada de Valdivia durante as férias. Para completar o cardápio, as eleições estão em pé de guerra e Salvador Hugo Palaia atua como principal agente de desestabilidade, especialmente para satisfazer seu ego.

Que o Palmeiras é um clube especialista em conflitos é de conhecimento de qualquer criança. O preocupante é que o pacote de fatos arquitetado nos últimos meses poderá gerar um clube com finanças quase irreversíveis, torcedores impacientes e jogadores sem qualquer ânimo para fazer história. Nunca é demais lembrar: o Campeonato Paulista de 2008 foi a última conquista do Palmeiras. Se o avaliador adotar o rigor como normal, então podemos considerar a Taça Libertadores de 1999 como a última vez que a projeção internacional surgiu pelos lados do jardim suspenso. São 11 anos sem um título relevante. O caldeirão ferve. E ninguém parece disposto a apagar.

 

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