O comando de Caça aos Petistas e Progressistas está instalado nas igrejas Evangélicas de Campinas, Brasil e do mundo

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A diretoria da Ponte Preta estabeleceu uma promoção de ingressos para o jogo contra o Corinthians, sábado, no Majestoso. A meta é juntar uma arrecadação razoavel com público relevante, algo distante neste Brasileirão se levarmos em conta a média de 4490 pessoas por jogo, superior apenas ao do América Mineiro, que atrai ao Estádio Independência 2.278 na média.

O plano seria perfeito não fosse por um detalhe: o jogo da Copa do Brasil na quarta-feira, contra o Atlético Mineiro, no Estádio do Mineirão. São os 90 minutos iniciais contra o atual vice-líder do Campeonato Brasileiro. Um time forte, poderoso e capaz de mostrar o que vai pretender a Ponte Preta.

Alguns fatos são impossíveis de esconder. O torcedor da Ponte Preta quer um título. Quer derrotar os gigantes. Quer soltar o grito de campeã. E uma competição no sistema de mata mata é muito mais palatável do que na fórmula de pontos corridos, em que o poderio econômico fala mais alto.

Sem enrolar digo que o torcedor da Macaca atuará como um fiscal na quarta-feira. Se a equipe obter um bom resultado, ou seja um empate ou vitória, certamente o sábado á tarde será um período de festa e celebração. Caso aconteça a derrota duas leituras serão disponibilizadas. Se acontecer o revés, mas a Macaca demonstrar brio, luta, superação, entrega no gramado e dedicação ate o minuto derradeiro, um voto de confiança será viabilizado, especialmente se acontecer um placar possível de inversão. Com a questão do gol qualificado, uma derrota por 2 a 1 no Mineirão deixa a classificação próxima da realidade, pois basta vencer por 1 a 0 que a passagem á próxima fase será carimbada.

No entanto, se a Ponte Preta demonstrar a má vontade do duelo do turno quando perdeu de 3 a 0 para o Galo Mineiro no estádio Independência, aposto dizer que nem se colocar ingresso de graça a diretoria pontepretana vislumbrará um público acima de 10 mil pagantes.

Os treinadores e jogadores adoram falar que é preciso “desligar o chip” quando existe a necessidade de disputar duas competições simultâneas. A Ponte Preta não tem esse direito. Um bom resultado em uma vai gerar mobilização na outra. E vice-versa.

(análise feita por Elias Aredes Junior)

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