Minhas referências atuais no comentário esportivo no Brasil

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Ninguém pode ficar parado. Atualização profissional é uma obrigação nos dias de hoje. Eu não sou diferente. Gosto e acompanho comentários de jornalistas esportivos. Aprendo com eles e adquiro novos instrumentos de trabalho. Em âmbito vou repartir com vocês, aqueles que eu considero os melhores. Vou incluir rádio e televisão e não vou ordenar quem é o primeiro, segundo ou terceiro e assim por diante.

Paulo Vinicius Coelho- Sua contribuição foi exterminar com o empirismo nas análises de futebol. Muitos ficam com vergonha se utilizam a expressão “eu acho”. PVC não acha, ele informa, analisa e faz uma decupagem do jogo.

Maurício Noriega – A melhor leitura de jogo do jornalismo esportivo brasileiro. Didático, explica em minúcias o posicionamento e o trabalho do treinador durante os 90 minutos. Só precisa tomar cuidado porque às vezes transmite uma sensação de ser pedante.

Juca Kfouri – Combativo, investigativo e contundente para denunciar as mazelas da cartolagem nacional e tem sensibilidade única para entender as mudanças de tempos. O primeiro a entender a importância do Bom Senso.

Maurício Saraiva – Poucos conhecem o comentarista da RBS-Rádio Gaúcha. Deveriam. Linguagem coloquial, analise precisa e critica durante os jogos e ainda detentor de teses que fazem o ouvinte pensar. É para poucos.

Eugênio Leal – Digo sem medo de errar: o comentarista da Rádio Tupi é subaproveitado na Fox. Conhecedor nato do samba, tem cultura futebolistica refinada e é um dos poucos que conseguem separar razão de emoção na hora do comentário. Emite uma postura de seriedade mesmo na crônica esportiva carioca, voltada mais ao entretenimento do que ao jornalismo.

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