Dilma toma as rédeas da Copa. Ainda bem!

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Já abordei na semana passada sobre o futebol ficar em segundo plano para a Copa do Mundo. Especialmente quando verifica-se que o jogo praticado pelo time treinado por Mano Menezes é de segunda categorias. Bem, se a política tomou conta do cenário, que boas noticias apareçam. E uma nuvem de esperança apareceu nesta quarta ao abrir a edição do jornal “O Estado de São Paulo”. A reportagem é clara: a presidenta Dilma Roussef aproveitou a crise no Ministério dos Esportes para tomar as rédeas da organização da competição. Tirou poder de Orlando Silva Junior e decidiu acompanhar pessoalmente o andamento da construção dos estádios e das obras de mobilidade urbana.

Ou seja, agora temos a garantia de que alguém colocará a cara para bater. Simples: se a Copa do Mundo for um sucesso de organização, a presidenta brasileira pavimenta seu caminho para a reeleição. Caso algo dê errado, as malas serão arrumadas do Palácio da Alvorada.

Por saber disso, tenho certeza que veremos uma cena insólita nos próximos dias: a dirigente máxima do país visitando as obras nos estádios e pedindo rigor no cumprimento dos prazos aos governadores e prefeitos. Anteriormente, ela possuía o mesmo desejo, mas como o ministro dos Esportes estava mais preocupado com a politica miúda do que em acelerar o serviço, a sensação de inutilidade era latente.

Para completar, Dilma ganha agora maior poder e força para moldar a lei Geral da Copa a seu modo. Um cenário é você observar de longe um ministro seu em negociação. Outra é você sentar na mesa e reafirmar a soberania do pais. O debate ficará mais quente. Mas os dividendos serão concretos e o legado positivo ficará mais próximo de acontecer.

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