Dilma não quer entender de esporte. Quer mudar o setor…

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Dilma Roussef não falou durante a Campanha eleitoral sobre os seus planos de politica esportiva. Não havia perspectiva daquilo que faria especialmente em relação ao trabalho de preparação aos Jogos Olimpicos e das Olimpiadas. Ansiedade também é justificada porque passamos oito anos com um presidente que gostava de esportes e virava e mexia sempre dava seus pitacos.

Em apenas três semanas já foi possível vislumbrar alguma linha de conduta para os próximos anos. O presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, foi ao encontro da presidenta e levou Marta a tiracolo. Dilma reverenciou a craque mas pediu um nova audiência para conhecer Paulo Henrique Ganso e Neymar. Uma atitude que mostra a disposição da Presidencia da República em homenagear os talentos que propagam o nome do Brasil. Pode parecer pouco, mas não é.

Por outro lado, em nenhum momento Dilma deixa sem resposta os anseios e demandas dos preparativos para a Copa do Mundo. Quer agilização das obras e cobra de seus ministros de modo implacável.

E critérios políticos não será moeda de troca para os eventos que catapultarão a imagem do Brasil no exterior. Prova disso é a noticia veiculada pela Veja de que Henrique Meirelles poderá designado como Autoridade Pública Olimpica. Ou seja, o profissionalismo será colocado em evidencia para transformar a olimpíada em realidade. Medidas salutares, no entanto, geram consequências: uma atenção especial terá que ser dada ao PC do B, certamente insatisfação pela desidratação de poder do ministro Orlando Silva Junior. Por outro lado, Carlos Artur Nuzman, sempre dotado de atitude imperial, não vai querer ser sabatinado por uma pessoa independente. Será que não vai criar empecilhos e soltar reclamações que atrapalhem o clima politico? O futuro mostra desafios para Dilma. E ela mostra disposição para encará-los. Não é pouco. Hen

 

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