Dilma cumpriu 57% das promessas. Isso poderá fazer diferença!

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Entramos na última semana de campanha eleitoral. Declarei nas redes sociais que o jornalismo bem feito tem viés oposicionista e acima de tudo, precisa  ser honesto. A candidatura da presidenta Dilma Roussef encaminhou diversas reclamações de manipulações feitas a partir de declarações. Reclama de má vontade de alguns colunistas, algo perceptível ao ler alguns artigos. Mas a mesma imprensa de modo involuntário auxilia  a presidenta. Dou como exemplo a matéria desta segunda-feira da Folha de São Paulo em que crava como manchete o índice de 43% em relação a promessas não cumpridas nos quatro anos de mandato. Claro, não disse na manchete o vital: Dilma cumpriu nem que seja parcialmente 57% das promessas de campanha. Não é pouco.

Ao ler a matéria e verificar o gráfico temos subsídios para entender porque a atual ocupante do Palácio do Planalto aos poucos se transforma em favorita para ganhar um novo mandato. Ela tem o que dizer e mostrar.

Como o aspecto negativo será amplamente divulgado foco minha atenção aos itens cumpridos e que são importantes no cotidiano da sociedade. Dilma, na visão da reportagem da Folha de São Paulo, cumpriu suas promessas em relação a promoção da política industrial, expansão do emprego, expansão da renda, ampliação de apoio aos jovens na inserção no mercado de trabalho, aumento da formalização do trabalho, ampliação do ensino superior, aumento do Prouni (que fornece bolsas de estudo para jovens carentes), aumento da rede de  farmácias populares, aumento de bolsas do Capes, ampliação do programa Brasil sorridente, expansão do programa saúde da Família, construção de 2 milhões de moradias, entre outros pontos.

Muita coisa deixou de ser feita? Lógico! E aponto como principais itens elencados pela reportagem a ausência de ampliação da poupança, expansão do ensino público, redução nos acidentes de trânsito (o que deveria ser atribuição de prefeituras e governo do Estado, mas tudo bem), reforma do sistema penintenciário e reforço da Polícia Federal.

Existem outros assuntos abordados na reportagem, mas esses tópicos são suficientes para chegar a uma conclusão óbvia: Dilma focou sua gestão ao atendimento das camadas mais pobres da população e da presença do estado no dia a dia. Tem exageros? Sim, claro que existem. Tal cenário não pode perder a perspectiva de verificar o seguinte: muita coisa foi feita e ás vezes nem temos a exata dimensão do benefício. Para este escriba, a gestão de Dilma Roussef era nota 5,5. Hoje, após a leitura da reportagem da Folha de São Paulo a avaliação sobe para, no mínimo, 6,0.

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