Corinthians e Flamengos: Clubes gigantes; dirigentes pequenos!

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Existem pessoas para ocuparem cargos executivos. Outros infelizmente teimam em pegar a caneta, cometer bobagens e ainda alardear que estão certos. Existe ainda um terceiro tipo, talvez o mais lamentável: aquele que prejudica a sua instituição e os semelhantes. Sim, você não pensou errado. Falo de Andrez Sanchez, presidente do Corinthians e de Patrícia Amorim, mandatária do Flamengo.

Os clubes de futebol e alguns cronistas esportivos no Brasil possuem um pensamento distorcido. Acham que os gigantes devem pensar apenas em si. Danem-se clubes médios, pequenos ou emergentes. O que interessa é explorar ao máximo a rentabilidade das emissoras de televisão e deixar o desenvolvimento da modalidade de lado.

Vamos aos fatos: de maneira estupida, os dois dirigentes ensaiam saída do Clube dos 13. Querem formar uma liga rebelde com o apoio de Ricardo Teixeira. Este, por sua vez, anda de mãos dadas com a Rede Globo. Que apesar da influencia, não tem o poderio financeiro de antes. É só checar: na televisão aberta, teria que vencer a concorrência da Record, com sua fonte inesgotável de financiamento. Na Tv fechada, a Globo terá que bater Oi e Telefônica. Dessa vez, não tem desculpa. O dinheiro das duas empresas é licito e com larga escala, ao contrário da Vênus Platinada. Resultado: a Globo aposta no racha para formar uma nova competição e rasgar o regulamento dos pontos corridos. Para colocar o seu plano em prática, conta com dois cartolas com desempenho sofrível a frente dos seus clubes. Sim, essa é a pura verdade. Alguém poderia dizer quais títulos de projeção Patricia Amorim ganhou em seu primeiro ano de mandato? E Andrez Sanchez?  E o estádio, vai sair do papel? E a Libertadores? A dívida que já alcança R$ 100 milhões? São dirigentes que se prestam a um papel de subserviência.

Para colaborar, existe o torcedor. Que estava acostumado a um campeonato emocionante e eletrizante. Não defendo o Clube dos 13, mas se fosse Fábio Koff, tomaria uma medida simples: cancelaria a licitação, detonaria o processo no ano que vem, quando provavelmente Amorim estarão bem longe de seus postos. Assim, Ricardo Teixeira ficariam sem ação. E o futebol brasileiro sairia em vantagem.

 

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