Bernardinho propõe mudanças no vôlei brasileiro. E a popularização, quando virá!?

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Bernardinho apresentou mudança no calendário do vôlei brasileiro. Reivindica junto a Confederação Brasileira da modalidade uma temporada com sete meses e a implantação da Copa do Brasil, uma Copa Sul-Americana e com todas as competições sendo conduzidas de modo simultâneo. Objetivo: valorizar as equipes e atrair novos patrocinadores. A receita é cheia de boa intenção, mas falta um aspecto principal: o despertar de uma paixão eterna, um vinculo mais perene entre os clubes e as arquibancadas.

Sim, porque o segredo do futebol encontrar-se enraizado no Brasil é que todos os clubes se originaram a partir do desejo de uma comunidade ou até de um bairro. Automaticamente, todos parecem responsáveis por aquele espaço. Veja a comoção em torno do Corinthians, hoje popular, mesmo milionário.

Não custa lembrar: nas arquibancadas dos ginásios, o que se ouve são gritos de torcedores com nomes de patrocinadores ou na melhor das hipóteses, das cidades.

Pergunta: será que o vôlei não conseguiria maiores facilidades de captação de recursos com estampa de clubes com grande apelo popular? Já pensou um ginásio do Maracanãzinho, desde que com segurasse, vivesse uma final entre, por exemplo, Corinthians e Flamengo? A projeção da televisão não seria maior?

Bernardinho pensa certo. O apelo popular, no entanto, pode transformar seu projeto com um alcance infinito.

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Elias Aredes Junior é jornalista, radicado na cidade de Campinas, Estado de São Paulo. Trabalha como repórter esportivo para o Jornal Todo Dia de Americana e também como comentarista esportivo para a Radio Central AM de Campinas, 870 KHz. Diariamente participa dos comentários na programação esportiva entre as 18:00 e 20:00, além de comentar jogos de futebol nas transmissões ao vivo da emissora. Aqui ele fala sobre tudo, futebol, esporte, política, religião, entretenimento, cultura, culinária, tudo isso sempre com seu olhar crítico e independente.

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