A Ponte Preta pode melhorar. Mas as limitações não desapareceram. Pelo contrário!

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Ao contrário do que alguns imaginam, técnico faz diferença em time de futebol. Uma conversa ao pé do ouvido, uma orientação bem dada fazem diferença em um esporte competitivo. Oswaldo Alvarez cumpriu a teoria à risca. Treinou a Ponte Preta no sábado, fez modificações no esquema tático e colheu como fruto a vitória sobre o Corinthians.

Na entrevista coletiva, Vadão foi inteligente. Não tomou os louros do triunfo para si e não quer apostar em êxito da estratégia para o confronto de quarta-feira, contra o Comercial. Esperto como é, jamais vai dizer algo que é claro e notório: mesmo com a futura escalação de reforços, como o lateral-esquerdo Carleto, o elenco ainda tem claras limitações.

A vitória não escondeu algumas falhas de posicionamento de Diego Sacoman e César, os vacilos de Magal na lateral-esquerda, a afobação de Bruno Silva na marcação e a atuação decepcionante de Adrianinho, técnico com a bola nos pés, mas que sucumbe a cada dia devido ao rendimento físico.

Como Vadão pegou o time no meio do caminho, a responsabilidade das contratações é do gerente de futebol, Marcus Vinicius e do diretor de futebol Hamilton, que ainda recusa-se a falar.

A verdade é única: com Vadão, dá para sonhar com um time razoável. Sem ele, as limitações ficarão ainda mais expostas.

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