A missão do Guarani: jogar bom futebol nos 90 minutos

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Não vou fazer previsão a respeito do jogo do Guarani contra o Tupi. Até porque a hora é de pensar jogo a jogo e olhar a classificação apenas na 18º rodada. Hoje, o Alviverde tem 15 pontos, pode chegar ao G-4 brevemente e está em alto astral após colher vitórias contra Caxias e Guaratinguetá e um empate contra o Londrina. Mas falta o essencial: o Guarani entender que o jogo tem 90 minutos.

Explico: seja com Ademir Fonseca ou Paulo Roberto Santos o time oscila. Não tem bom desempenho de modo completo. Parecem dois times em um único jogo. Contra o Guaratinguetá, por exemplo, o time mostrou-se confuso no primeiro tempo, com erros de passes e com falta de criação no meio-campo. Veio o segundo tempo, Fumagalli reapareceu e Anderson Cavalo meteu a cabeça para meter o gol da vitória.

Contra o Caxias o drama se repetiu em virtude da atuação técnica abaixo da crítica. O quadro só não foi pior porque o time gaúcho é claramente limitado. O Londrina foi palco do mesmo filme e de modo mais dramático, pois a marcação não encaixou, Bruno Batata e Edmar deitaram e rolaram e o placar de 2 a 0 na etapa inicial pareceu ter caído do céu. Pior: Fumagalli perdeu pênalti e tudo parecia perdido.  No segundo tempo, Erik Mamadeira e Anderson Cavalo entraram e foram fundamentais para abrir espaço para os gols de Allan Dias e de Fumagalli.

Pergunta-se: o que acontece com o Guarani que não atua de modo uniforme nos 90 minutos? Se tal dádiva acontecer neste sábado, não há como descartar a conquista de um ponto.

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