A Espanha na frente. O Brasil muito, mas muito atrás

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A Espanha goleou a Itália por 4 a 0 e sagrou-se bicampeã da Eurocopa. Considerada a competição mais equilibrada do planeta, o evento deixou clara as limitações da Seleção Brasileira e apenas o fato de atuar em casa poderá leva-la mais longe na Copa do Brasil.
Aos fatos: o time espanhol está pronto, sedimentado e joga na base do conjunto. Tem jogadores decisivos como Iniesta, Xavi e Fernando Torres.

Um técnico sóbrio e comedido como Vicente Del Bosque faz aquilo que se espera dele: não inventa. A Itália, por sua vez, renovou seu repertório e apresentou o potencial de Balotelli, que já aprontava das suas do Manchester City, mas tem faro de gol. Mesmo Portugal exibiu evolução e deu a senha de que basta Cristiano Ronaldo ser mais regular de que é possível sonhar com boa colocação em terras brasileiras.

Por outro lado, o Uruguai venceu a última Copa América e tem conjunto e determinação; a Argentina, comandada por Messi, exibe um futebol de toque, velocidade e eficiência no arremate.

Sem contar que não podemos esquecer de uma potência chamada Alemanha e seu espetacular meia Ozil  e de equipes com bom potencial técnico como França e Holanda, que saíram da Eurocopa precocemente mas exibiram anteriormente potencial para chegar longe em qualquer competição.

Enquanto isso, no Brasil, o técnico Mano Menezes ainda procura um camisa 10, um parceiro de ataque para Neymar e um sistema de marcação confiável. Cá entre nós: não é para ficar preocupado? Eu estou. Muito.

 

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