A dificuldade do Guarani para vencer na Série C

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Para continuar a sonhar com a classificação para a próxima fase da Série C do Campeonato Brasileiro, o Guarani reconhece que a vitória no jogo de sábado à noite contra o Juventude será fundamental. Com 15 pontos e a três pontos de distância do quarto colocado, a Portuguesa, o Alviverde estabeleceu que não dará chance aos seus oponentes no Brinco de Ouro nos próximos 180 minutos.

Duro é constatar o desafio a ser quebrado: o Guarani tem dificuldade em vencer na Série B. Até agora, são cinco edições registradas nos anos de 2007, 2008, 2013, 2014 e na atual edição em um total de 92 jogos. Até agora, o Guarani celebrou 33 vitórias, o que dá apenas 35% dos jogos disputados. Pior: desse total, 15 vitórias foram registradas em uma única edição, em 2008, quando o time campineiro ficou com o vice-campeonato. Em 2007, o time dirigido por Carbone ganhou cinco dos 12 jogos enquanto que nas edições de 2013 e 2014, em 18 jogos, o número de vitórias foi o mesmo: cinco. Por enquanto, com 15 pontos ganhos, o Guarani tem três vitórias.

Antes de pensar em vencer Juventude, Tombense, Portuguesa e Caxias em Campinas e beliscar um ponto fora de casa contra Madureira ou Brasil (RS) para comemorar a classificação, o Guarani precisa pensar nos motivos que levam a este jejum involuntário.

Uma hipótese a ser pensada é que excetuando-se 2008, quando Fernando Gaúcho foi o artilheiro bugrino com 17 gols, nas outras edições da Série C nunca teve um artilheiro de destaque, um jogador capaz de balançar as redes todos os jogos. Silas, Laionel, Raphael Macena, Obregon…Todos testados e que não foram aprovados totalmente. Paulo Roberto tem razão em nutrir dúvida entre Giancarlo e Anderson Cavalo. Afinal, são 12 gols anotados em 12 rodadas enquanto que o Brasil contabiliza 22. Se não arranjar uma maneira de balançar as redes, não haverá boa vontade que dê jeito.

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