A demissão de Dunga é a derrota do técnico “general” e sem base cientifíca

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Dunga está fora da Seleção Brasileira. Foi demitido pelo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, sem perdão em preservar Gilmar Rinaldi. Tite é o candidato absoluto. Mas os resultados apurados por Dunga deixam uma lição muito além da eliminação na Copa América, a queda diante do Paraguai e o sexto lugar nas eliminatórias.

Sua estadia na Seleção Brasileira é uma prova cabal da perda de espaço do técnico boleiro e general. Aquele que busca a disciplina antes do estudo do adversário e do uso da ciência. Em sua louca cavalgada, Dunga imaginou que meia dúzia de palavras de ordem resolveria e transformaria 11 bons jogadores em uma máquina de jogar futebol. Ledo engano.

Tite não é um gênio. Está longe de Guardiola. Não consegue sequer aproximar-se de José Mourinho. Mas se o futebol brasileiro fosse uma escola, Tite seria o aluno obediente e esforçado. Faz o suficiente para ser aprovado.

Convenhamos: um avanço e tanto se levarmos em conta que tivemos um veterano sem vontade estar na sala de aula (Felipão) e um repetente que não aceita suas limitações. Resumo da ópera: não há outro jeito. Tem que melhorar. Senão, a tragédia será inevitável.

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